segunda-feira, 19 de março de 2012



 


SE NÃO AMAS A TODOS NÃO AMA NINGUÉM


Estou convencido de que quando
entendemos de fato a verdade
do amor e aceitamos a vulnerabilidade
universal da humanidade,
podemos desenvolver uma empatia
até mesmo pelas pessoas menos adoráveis.

O amor aponta para a capacidade
de nos identificarmos com a imperfeição
e reconhecermos as impropriedades,
as fraquezas, os medos, e a confusão
em nós mesmos e nos outros.

Amar o que nos outros é difícil de amar
representa sempre um desafio.
É muito mais fácil descartar as pessoas
pelas suas falhas do que nos
sentirmos cativados por elas.

Me pergunto todos os dias: por que
somos mais propensos a encontrar
falhas fatais do que buscarmos
as qualidades que as redimem?


Embora já tenhamos passado das 18 hs é sempre delicioso ouvir Beethoven – Silencio.
Espero que gostes porque é construído com carinho pra você.