sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

 

 Guter Mond, du gehst so stille 🌙 | Deutsches Volkslied | Ruhe & Heimat

 Auschwitz, amor, esperança e resiliência

eles se amaram em auschwitz

eles se amaram em auschwitz

EDITORA PLANETA/DIVULGAÇÃO/JC
Jaime CimentiO amor e suas histórias são infinitos e encontros e desencontros se dão, por vezes depois de décadas. Eles se amaram em Auschwitz (Editora Planeta, 521 p., R$ 80 da escritora paulista Keren Blankfeld, radicada nos Estados Unidos, narra uma história incomum na qual um casal que teve um romance no campo de concentração de Auschwitz.
Keren , jornalista e escritora premiada, iniciou com histórias publicadas no  The New York Times ; The Smithsonian e outros .Ela foi editora da Forbes, colaborou com a CNN e BBC World News e é professora de jornalismo na Universidade de Columbia.
Depois de alguns anos segregados no local terrível, na hora da libertação, David e Zippi foram separados e puderam se reencontrar somente setenta anos depois.O romance desenvolvido no campo de extermínio mais infame da história teve que ser secreto, para sobrevivência dos dois. David e Zippi, especialmente David, sobreviveram a ameaças de morte e dificuldades extremas, mas sonhavam com o futuro.
Em Auschwitz homens e mulheres viviam em acomodações separadas. David e Zippi conseguiam se encontrar e certa vez fizeram uma espécie de barraca com roupas dos prisioneiros para poder estar juntos por alguns minutos.
Quando o final da II Grande Guerra Mundial finalmente se aproximou  e eles deixariam o campo de concentração, David e Zippi fizeram planos para se reencontrar , mas nenhum dos dois poderia imaginar que esse reencontro levaria setenta anos para acontecer. Quantas vidas viveriam nesse intervalo? Quantas histórias teriam para contar um ao outro? Quantos segredos ainda guardavam?
A história de amor de David e Zippi ,vivida no pior cenário imaginável, mostra o pior do ser humano e ao mesmo tempo mostra como o amor e o lado humano conseguem sobreviver, mesmo no antro mais sombrio da história moderna. Resiliência e capacidade de amar e esperança moveram David e Zippi e seguem como exemplo para todos.

lançamentos

O culto do bem-estar (Editora Contexto, 400 pág., R$ 99,90), de Rina Raphael, especializada na indústria do bem-estar, faz crítica contundente aos modismos relacionados com nutrição, exercícios, estresse, espiritualidade e produtos milagrosos, expostos nas redes sociais com embalagens irresistíveis. Fatos, humor e escrita envolvente vão ajudar os leitores.
Literatura Negra - Uma poética de nossa afro-brasilidade (Editora Pallas, 324 pág., R$ 59,00), de Conceição Evaristo, premiada poeta, ficcionista e ensaísta, com pioneirismo e inovação científica, une sensibilidade poética e ficcional e olhar crítico sobre obras e pessoas fundamentais na literatura negra.
Que tal mais um gato?  (Editora Intrínseca, 224 pág, R$ 53,00), da consagrada escritora japonesa Syou Ishida, autora do best-seller Os gatos maravilhosos da Clínica Kokoro, narra histórias emocionantes sobre como os felinos da misteriosa Clínica Kokoro transformam a vida de pessoas com dificuldades. O livro é o terceiro da famosa série de sucesso. 
Uva, memória, Bento Gonçalves
Marcel Proust, um dos gigantes da literatura dos últimos séculos, autor dos sete volumes de Em busca do tempo perdido, degustava madeleines, bolinhos doces, para que seu pensamento voltasse à infância. Nosso gigante Dalton Trevisan, o vampiro de Curitiba, imortalizou a broa de fubá mimoso. Alimentos, sabores, aromas, sons, filmes, canções aguçam nossos sentidos e nos levam a viajar pela máquina do tempo da memória. De vez em quando até podemos lembrar memórias inventadas ou embaralhar tempos, locais, personagens, diálogos e situações. Podemos recriar, repaginar as memórias.
Da minha infância em Bento Gonçalves, onde nasci e vivi até os 12 anos, vai ficar para sempre a memória do galeto com polenta, radicci, sopa de cappelletti, massa, salada de maionese e muitas outras delícias, especialmente as preparadas pela minha mãe, que cozinhava pratos italianos cantando. Se eu for condenado à morte, galeto, polenta e sopa de cappelletti serão minha última refeição. Mas o que me faz lembrar minha amada cidade com feliz assiduidade é a uva, que atualmente dá para consumir o ano todo, não só no verão.
Cada vez que degusto uva é como se fosse Bento em forma de doce grão dessa fruta saudável e milenar que é a mais consumida do mundo. Uva me lembra moças nas mulas, com cestos cheios dos cachos de uva e outras joias coloniais. Uva me lembra dos verões quentes da Serra, com a temperatura amena de noite. Eu e os amigos íamos ver os caminhões descarregando uvas no Dreher. As sobras eram nossas - não sei como não tivemos overdose de uva...
Certo sábado, de noitezinha, eu estava suado do jogo de futebol. Minha mãe disse que tomasse banho e me vestisse, que iríamos na colônia, na casa dos queridos amigos Benedetti, em Linha Salgado. Eu disse que, como era na colônia, iria sem tomar banho ou trocar de roupa. Minha mãe, colona, italiana, filha de colonos italianos, me disse que, justamente por irmos na colônia, eu iria de banho tomado e com a melhor roupa possível. Ela me ensinou o respeito e o carinho que devíamos ter pelos agricultores, especialmente pelos Benedetti.
Nós íamos com frequência nos Benedetti. Nos deram o apelido carinhoso de 'le sarne', as sarnas, para ti que não fala italiano. Seu Henrique, o Rico, a esposa Argemira, dona Mira e os filhos Eurico, Roberto, Henrique e Honesta e as duas zie (tias) solteiras nos recebiam muito bem nas noites de verão, com vinho doce, pipoca e uva. Colher e comer uva embaixo do parreiral, com aquele perfume de uva madura e a lua e as estrelas brilhando entre as folhas, é a nata da memória, é o que de melhor turistas e não turistas devem fazer em Bento, além da indispensável conversa com os agricultores.
Fico feliz lembrando que os Benedetti criaram a empresa de móveis Bentec, a vinícola Lovara e são sócios da Miolo, além de outras atividades vitoriosas. Hoje, a Lovara tem espaços para eventos e tudo para o enoturismo, como degustação, venda de vinhos, wine picnic, brinde das estrelas e outros.A propósito
Então, fico feliz em degustar uva o ano todo e lembrar dos meus verdes anos numa cidade que me orgulha pelos seus cidadãos, sua história, seu progresso, sua economia, distribuição de renda, cultura e beleza natural. A gente não esquece onde viu pela primeira vez a luz do sol. Sol de Bento na mente. Ah, se um dia eu morrer e for cremado, quero que minhas cinzas sejam enterradas embaixo dos parreirais da família Benedetti, ao som de canções italianas interpretadas pelo Tony Bennett. Salute! Memória é onde as coisas acontecem muitas vezes. Com uva, então, nem se fala. (Jaime Cimenti)

 Bem equipada, Dakota marca a estreia da Ram entre as picapes médias

Conjunto de câmeras 540 graus permite visualização superior e tridimensional da carroceria

Conjunto de câmeras 540 graus permite visualização superior e tridimensional da carroceria

FOTOS STELLANTIS/DIVULGAÇÃO/JC

Vinicius FerlautoO veículo é lançado oficialmente em duas versões: Warlock, com visual e características mais voltadas para o off road; e Laramie, que tem perfil mais urbano e ostenta elementos cromados. Os preços partem de, respectivamente, R$ 289.990,00 e R$ 309.990,00, com garantia de cinco anos sem limite de quilometragem.
O trem de força da nova Ram Dakota combina motor 2.2 litros turbodiesel, de 200 cv de potência e 450 Nm de torque, com um câmbio automático de oito marchas. O conjunto motriz dá à picape força para rebocar até 3.500 quilos e carregar 1.020 quilos em sua caçamba que comporta 1.210 litros.
O sistema de tração é 4x4 Auto, que conecta automaticamente o eixo dianteiro de acordo com as condições de aderência, além de oferecer os modos 4x4 com reduzida e 4x2 (traseira). A escolha das opções de tração é feita por meio de um botão giratório localizado no console central.
Aumentando a capacidade em situações fora de estrada, o bloqueio mecânico do diferencial traseiro também é acionado em um botão no console central. Quatro modos de condução podem ser selecionados em um comando acima do sistema de tração: Normal, Sport, Snow (neve) e Sand/Mud (areia/lama), cada um ajustando o veículo às condições de piso e uso.
Faróis dianteiros com dois projetores e luzes de neblina que acompanham o traçado das curvas (cornering), além das lanternas, são todos de LED. Internamente, a nova Dakota apresenta painéis de porta e de instrumentos forrados com revestimento macio ao toque, quadro de instrumentos digital de sete polegadas, central multimídia de 12,3 polegadas e bancos em couro na cor preta na versão Warlock e marrom na Laramie.
No campo da tecnologia, a picape média ajuda o motorista a conduzir com recursos como monitoramento de ponto cego, manutenção de faixa de rodagem e piloto automático adaptativo com alerta de colisão frontal, frenagem autônoma de emergência e detecção de pedestres e ciclistas. Para completar, seis airbags protegem os ocupantes na cabine.
"A pergunta que mais escutávamos de nossos clientes era quando teríamos uma picape média em nossa gama. Com a chegada da nova Dakota, entramos em um segmento muito disputado com um produto extremamente competitivo, capaz e bem equipado. Nossa família aumentou e agora temos uma linha de modelos para as mais variadas situações e necessidades", relata Juliano Machado, head da Ram para a América do Sul.
{'nm_midia_inter_thumb1':'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/jpg/2026/02/12/206x137/1_gamanovaramdakota6-11670357.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'698dd257d531d', 'cd_midia':11670357, 'ds_midia_link': 'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/jpg/2026/02/12/gamanovaramdakota6-11670357.jpg', 'ds_midia': ' ', 'ds_midia_credi': 'STELLANTIS/DIVULGAÇÃO/JC', 'ds_midia_titlo': ' ', 'cd_tetag': '58', 'cd_midia_w': '1623', 'cd_midia_h': '800', 'align': 'Left'}Painel tem arquitetura horizontal e visual "clean", enquanto console central é elevado

 Renault voltará a atuar no segmento premium com o crossover Filante

Porta-malas acomoda até 633 litros com bancos na vertical e até 2.050 litros com eles rebatidos

Porta-malas acomoda até 633 litros com bancos na vertical e até 2.050 litros com eles rebatidos

FOTOS RENAULT/DIVULGAÇÃO/JC

Vinicius Ferlauto
Projetado para fortalecer a presença da montadora francesa em mercados da Ásia e Oriente Médio, o inédito modelo também será distribuído nos países da América do Sul, o que deve incluir o Brasil, até o início de 2027. O Filante assumirá o posto de top de linha da Renault, recolocando a marca francesa na disputa de veículos de alto padrão.
O crossover será produzido na Coreia do Sul e equipado com um conjunto motriz híbrido, denominado E-Tech 250. O sistema associa um motor 1.5 turbo, de 150 cv de potência e 250 Nm de torque, a dois propulsores elétricos: um principal de 136 cv, que entrega 320 Nm dedicado à tração; e um secundário de 82 cv, que fornece 180 Nm para a partida do motor a combustão e para recarregar a bateria de tração do veículo.
A potência combinada chega a 250 cv e o torque total pode atingir 565 Nm. Essa força é gerida por um câmbio automático chamado DHT Pro (Dedicated Hybrid Transmission - Transmissão Híbrida Dedicada), desenvolvido exclusivamente para grupos motopropulsores híbridos com dois motores elétricos. A caixa possui três relações de marchas, proporcionando trocas imperceptíveis e desempenho progressivo.
A energia elétrica é produzida pela bateria de íons de lítio de 1,64 kWh, composta por 86 células distribuídas em dois módulos. Tal capacidade permite utilização em modo elétrico durante até 75% dos trajetos urbanos, o que resulta em economia substancial de combustível.
Com 4.915 mm de comprimento, 1.890 mm de largura, 1.635 mm de altura e entre-eixos de 2.820 mm, a carroceria do Filante tem design imponente. As linhas esculpidas promovem uma mescla de conceitos estéticos de sedãs e SUVs, resultando em elegância e dinamismo.
A dianteira se destaca em função da grade com estrutura tridimensional luminosa, que multiplica o losango que faz parte do logotipo da Renault. Os faróis de LED foram formatados como elementos independentes, enquanto o capô elevado e nervurado confere percepção de robustez. Na traseira, as lanternas, também de LED, com três segmentos luminosos horizontais, enfatizam a largura.
"O Filante representa o melhor daquilo que o grupo Renault e a Renault Coreia podem realizar juntos. Ele associa o DNA mundial da Renault nos quesitos design e inovação à excelência técnica da Renault Korea Motors, graças às capacidades avançadas da indústria automotiva coreana", afirma Nicolas Paris, CEO da Renault Korea Motors.
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