Como gerenciar o caos de tecnologias que precisam ser implantadas, de fornecedores diversos e que, muitas vezes, não conversam entre si? Essa tem sido uma das maiores dores de cabeça das empresas ao redor do mundo.
“Os CIOs e CTOs com quem conversamos cada vez mais expressam a sensação de estarem presos. Eles precisam sair dessa armadilha, se livrar das caixas pretas", sugere a Chief Marketing Officer (CMO) da Suse, Margaret Dawson, no primeiro dia do Susecon 2026, evento realizado pela companhia alemã, player global em soluções corporativas de código aberto, em Praga, na República Tcheca.
Gerenciar a pressão e reduzir a complexidade da infraestrutura para, assim, potencializar o resultado de projetos de Inteligência Artificial, soberania e computação de borda é um dos temas do encontro, que tem como headline esse ano ‘Shape your resilient future’.
A lógica é, justamente, abrir diálogo com os líderes que vivem tempos desafiadores. Precisam implementar IA, mas também reduzir custos; aumentar a segurança cibernética, cada vez mais necessária nesse cenário complexo, e ao mesmo tempo trabalhar com a infraestrutura legada.
Quais são as suas prioridades, seus desafios e onde estão alocando seu orçamento? Essa foi uma das perguntas que a Suse fez aos seus clientes nos últimos meses. Ao analisar as prioridades, não há surpresa que segurança e IA surgiram como temas recorrentes, além de temas como virtualização, migração e redução de custos.
Independentemente de o foco dos clientes estar em reduzir custos, implementar IA ou alcançar maior soberania digital, a executiva conta que um tema se repetiu: a ideia de resiliência. “É preciso ter certeza de que minha infraestrutura, meus aplicativos e minha TI sejam estáveis, seguros e confiáveis", relata Margaret Dawson.
A visão é compartilhada com o Chief Technology and Product Officer da Suse e doutor em Ciência da Computação pela Universidade de Genebra, na Suíça, Thomas Di Giacomo.
“A maioria das empresas tem muitas tecnologias para gerenciar. Somos a única empresa no mundo que entrega seu próprio Kubernetes e gerencia qualquer Kubernetes", diz.
Segundo ele, para conseguir ser essa orquestradora, a Suse se manteve fiel à sua base de soluções: abertura, escolha e confiabilidade para empresas. “Sou um dos mais antigos da empresa, e posso dizer que esses três pilares estavam presentes há 30 anos e continuam presentes hoje. Expandimos nossa atuação e nosso portfólio", reforça.
Liberdade dos clientes escolherem as soluções que desejam adotar, sem ficar presos a sistemas de um único fornecedor, e a colaboração, são teses de defesa da atuação da Suse no mercado. Entre os parceiros da empresa presentes no Susecon 2026 estão Nvidia, Dell, AWS, HPE, entre outros.
Di Giacomo acredita que um dos segredos é o fato de a Suse ser uma companhia que prioriza os parceiros de tecnologia, de serviços e de mercado. “Se não fizermos isso, será difícil ajudar os clientes a reduzirem a complexidade", diz.
O que é o Kubernetes?
Desenvolvido no Google e lançado como código aberto em 2014, o Kubernetes é um software de gerenciamento que se tornou o padrão de fato para implantar e operar aplicativos em contêiner. O sistema oferece uma orquestração automatizada, melhorando a confiabilidade e reduzindo o tempo e os recursos atribuídos às operações diárias.
O que é Kubernetes?
Desenvolvido no Google e lançado como código aberto em 2014, o Kubernetes é um software de gerenciamento que se tornou o padrão de fato para implantar e operar aplicativos em contêiner. O sistema oferece uma orquestração automatizada, melhorando a confiabilidade e reduzindo o tempo e os recursos atribuídos às operações diárias.
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